segunda-feira, 15 de julho de 2013
sexta-feira, 12 de julho de 2013
Consciência
"Quem
é que honra aqueles que amamos de acordo com a vida que vivemos? Quem
manda os monstros para nos matar e ao mesmo tempo canta dizendo que
vamos morrer? Quem nos ensina o que é real e como rir das mentiras? Quem
decide porque viver e o que nos fará morrer para defender? Quem nos
acorrenta e segura a chave que nos liberta? É VOCÊ. Você tem todas as
armas que precisa. Agora, LUTE." Sweet Pea, Sucker Punch ;P
Pueril para Sempre
Algumas pessoas inventaram o tal lema de que somos obrigados a crescer. Crescer onde minha filha? De altura, ops, já cresci demais; De pensamentos, ops já leio demais e vejo filmes demais, além de estudar; Já sei! Crescer os membros? Não, obrigado.
As pessoas do Puer Aeternus ("Eternamente Jovem") carregam em si o arquétipo do personagem Peter Pan, talvez poderia ser chamada de Síndrome de Peter Pan. Isso significa que os "portadores" tem para si o lema de não crescer, de continuar com suas mentes ingenuas como a de uma criança. A adolescência é o marco do começo do Puer Aeternus, porque é a alvorada de que a ponte entre a infância e a fase adulta se encontrarão. É uma questão de anos. Dos 12 aos 21 anos, os adolescentes pueris acabam mantendo características nocivas como amantes de jogos, brincadeiras, fala risonha, físico aparentemente inalterado, preferencia pelo infantil, pelo colorido, o eterno brincalhão. As caracteristicas negativas são basicamente a dificuldade das pessoas levarem o pueril à sério. É daí que vem minha questão: porque incomoda tanto a ingenuidade ou a escolha de castidade mental de um ser humano?
Basicamente é a sociedade que desde cedo impõe suas regras. O homem não pode ser pueril e nem inocente, ele não é lolito. Ele deve andar de smoking e fumar charuto. Deve coçar o saco e assistir futebol ao lado dos outros homens. Isso é ser homem. Mas eis que reflito sobre uma possibilidade mais aberta do homem ser puer aeternus, ele pode, a mulher é julgada severamente como débil mental. Porque é normal o homem jogar videogame depois dos 30, mas para a mulher brincar de Barbie, só até os 12.
Ora, pois no auge dos meus 20 anos, eu não encaro isso como uma crise dos 20 anos, eu encaro como uma passagem eterna, uma primavera que faz parte da minha essência. Faço aniversário e me sinto mais novo. Deveria ser julgado eternamente por ser assim? Hmm...
O curioso dessa síndrome é tudo isso. Mas acredito que não é doença, é uma opção. Você vive sua idade de acordo com o que te impõem ou vive sua idade de acordo com sua função, ou de acordo com seu instinto, seja ele novo como eu sinto o meu ou velho como você pode sentir. Mas em momento algum, viva com medo ou sem vontade.
As pessoas do Puer Aeternus ("Eternamente Jovem") carregam em si o arquétipo do personagem Peter Pan, talvez poderia ser chamada de Síndrome de Peter Pan. Isso significa que os "portadores" tem para si o lema de não crescer, de continuar com suas mentes ingenuas como a de uma criança. A adolescência é o marco do começo do Puer Aeternus, porque é a alvorada de que a ponte entre a infância e a fase adulta se encontrarão. É uma questão de anos. Dos 12 aos 21 anos, os adolescentes pueris acabam mantendo características nocivas como amantes de jogos, brincadeiras, fala risonha, físico aparentemente inalterado, preferencia pelo infantil, pelo colorido, o eterno brincalhão. As caracteristicas negativas são basicamente a dificuldade das pessoas levarem o pueril à sério. É daí que vem minha questão: porque incomoda tanto a ingenuidade ou a escolha de castidade mental de um ser humano?Basicamente é a sociedade que desde cedo impõe suas regras. O homem não pode ser pueril e nem inocente, ele não é lolito. Ele deve andar de smoking e fumar charuto. Deve coçar o saco e assistir futebol ao lado dos outros homens. Isso é ser homem. Mas eis que reflito sobre uma possibilidade mais aberta do homem ser puer aeternus, ele pode, a mulher é julgada severamente como débil mental. Porque é normal o homem jogar videogame depois dos 30, mas para a mulher brincar de Barbie, só até os 12.
Ora, pois no auge dos meus 20 anos, eu não encaro isso como uma crise dos 20 anos, eu encaro como uma passagem eterna, uma primavera que faz parte da minha essência. Faço aniversário e me sinto mais novo. Deveria ser julgado eternamente por ser assim? Hmm...
O curioso dessa síndrome é tudo isso. Mas acredito que não é doença, é uma opção. Você vive sua idade de acordo com o que te impõem ou vive sua idade de acordo com sua função, ou de acordo com seu instinto, seja ele novo como eu sinto o meu ou velho como você pode sentir. Mas em momento algum, viva com medo ou sem vontade.
PARA ENTRAR NO MUNDO DOS PUERIS:
LEIA: J.M. Barrie's Peter Pan (vou falar dele em breve)
OUÇA:
- "Young Volcanoes" do Fall Out Boy
- "Afoxé para Logun", de Clara Nunes
- "Here's to never growin' up", de Avril Lavigne
- "Como Nossos Pais", da Elis Regina
- "The Youth", do MGMT
- "Forever Young", do Youth Group
- "Die Young", da Ke$ha
VEJA: Ilustrações de Mary Blair
ACOMPANHE: As crianças do seu condominio brincando na rua, sem medo do carro
PADROEIROS: Peter Pan, Ciel Phantomhive, Oxaguiã, Logun Edé, Oxossi (Orixás africanos), Eros, Cupido, Menino Jesus de Praga, Honey de Ouran High School Host Club e Power Rangers.
sábado, 22 de junho de 2013
Desde que seja
Desde que eu seja quem manda nesse jogo, eu serei o seu percalço, seu pesadelo inconstante, sua beleza mais sábia, o teu poema desconcertado.
Desde que eu seja eu nas tuas mãos ásperas e cheias de fogo, que queimam pouco a pouco meus olhos infantis. E que minhas brincadeiras de lolito sejam sempre eternas no teu jardim de vontades.
Na verdade, há muito pouco por esquecer e muito tanto à se lembrar. Eu não me lembro a última vez que havia me sentido assim, tão vivo. Vocês se lembram??? Enfim!
Meus dias andam ensolarados, de preferência com aquela neblina à noite, anunciando a chegada dos meus sonhos. Quero chegar na primavera com todos eles despidos, despidos e mágicos. Porque todo sonho é mágico, tem que ser, senão perde a graça.
Desde que eu seja...
Desde que eu seja eu nas tuas mãos ásperas e cheias de fogo, que queimam pouco a pouco meus olhos infantis. E que minhas brincadeiras de lolito sejam sempre eternas no teu jardim de vontades.
Na verdade, há muito pouco por esquecer e muito tanto à se lembrar. Eu não me lembro a última vez que havia me sentido assim, tão vivo. Vocês se lembram??? Enfim!
Meus dias andam ensolarados, de preferência com aquela neblina à noite, anunciando a chegada dos meus sonhos. Quero chegar na primavera com todos eles despidos, despidos e mágicos. Porque todo sonho é mágico, tem que ser, senão perde a graça.
Desde que eu seja...
sexta-feira, 7 de junho de 2013
segunda-feira, 18 de março de 2013
Canções
"Desistir" é uma palavra muito forte, me recorda na verdade de momentos épicos na minha vida. Momentos que talvez não demonstrem fraqueza e sim reforço. Não encaro desistir como o ato de perder, eu encaro desistir como um ato de paz. E é exatamente o que eu preciso neste momento. As guerras diárias já são desastrosas demais para me permitir perseguindo os campos de batalha e deixar que me machuquem. Porque lidar com o ser humano dói, é dificil, é chato. Reconhecer é pior ainda para uma pessoa que sempre acreditou no melhor dos outros.
Não é uma fraqueza na minha fé, mas sim a necessidade de repará-la. É chegada a hora da passagem e a hora de me despir diante das lutas que sei que não alcançarei.
No momento, alcanço as pegadas da vida com pés descalços. Felizmente.
Dizer adeus é e sempre será o meu destino. Dar adeus às flores, aos animais, aos dias, é tudo tão automático. E dizer adeus para mim mesmo? Uma missão dificilima, porque neste caso não sabemos o que aguarda. Dizer adeus é mais necessário do que seguir? Não sei, francamente. Então desperto, a vida é dura, é particular.
E antes do outono, do inverno e da nova primavera, já digo Adeus. Antes que seja tarde. Tarde demais. Ou antes que seja cedo. Muito cedo.
E enviar meu coração aos céus, me fazer de estrelas, para acreditar que depois de todo caos, sempre chega um novo verão...
Não é uma fraqueza na minha fé, mas sim a necessidade de repará-la. É chegada a hora da passagem e a hora de me despir diante das lutas que sei que não alcançarei.
No momento, alcanço as pegadas da vida com pés descalços. Felizmente.
Dizer adeus é e sempre será o meu destino. Dar adeus às flores, aos animais, aos dias, é tudo tão automático. E dizer adeus para mim mesmo? Uma missão dificilima, porque neste caso não sabemos o que aguarda. Dizer adeus é mais necessário do que seguir? Não sei, francamente. Então desperto, a vida é dura, é particular.
E antes do outono, do inverno e da nova primavera, já digo Adeus. Antes que seja tarde. Tarde demais. Ou antes que seja cedo. Muito cedo.
E enviar meu coração aos céus, me fazer de estrelas, para acreditar que depois de todo caos, sempre chega um novo verão...
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